A Tradição Diânica é uma vertente da Wicca onde a Deusa é cultuada com exclusividade ou predominância. Geralmente são grupos extremamente feministas, não permitindo homens e restringindo de alguma forma sua participação enquanto Sacerdotes. Cabe notar que existem Tradições Diânicas que, apesar de privilegiarem o culto da Deusa, não incluem em seus ditames atuações políticas feministas ou a exclusão do masculino. Essas Tradições consideram que ser diânico é um modo de compreender o equilíbrio da Divindade, não sendo de nenhuma maneira um incentivo ao desequilíbrio das polaridades, muito menos a uma guerra entre os gêneros.
Algumas bruxas diânicas só enfocam seu culto na Deusa, são politicamente ativas e feministas. Outras simplesmente enfocam seu culto na Deusa como uma forma de compensar os muitos anos de domínio patriarcal na Terra. Algumas usam esse título para denotar que são as "filhas de Diana", a Deusa protetora delas.
Uma filial fundada no Texas, que dá supremacia à Deusa em sua teologia, mas honra o Deus Cornífero como seu Consorte amado e abençoado.Os membros dos Covens dividem-se entre homens e mulheres. Essa filial é chamada de "Old Dianic" e há alguns Covens descendentes dessa Tradição, especialmente no Texas, onde foi criada. Outros Covens com teologia similares, mas que não descendem diretamente da linha de McFarland (fundador da filial), e que estão espalhados por todo os Estados Unidos.
A outra filial, chamada às vezes de Feitiçaria Feminista Diânica, foca exclusivamente na Deusa e somente mulheres participam de seus Covens e grupos. Geralmente seus rituais são livres e não são hierárquicos, usando a criatividade e o consenso para a realização deles. São politicamente um grupo de feministas.

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