13 de setembro de 2015

A Transição do Roda do Ano


Em Samhain, O Festival do Retorno da Morte, os portões dos mundos se abrem e a Deusa transforma-se na Velha Sábia, a Senhora do Caldeirão, e o Deus é o Rei da Morte que guia as almas perdidas através dos dias escuros do inverno.

Em Yule, a escuridão reina como se estivéssemos no Caldeirão da Deusa. Assim, o Rei das Sombras transforma-se na Criança da Promessa, o Filho do Sol, que deverá nascer para restaurar a natureza.

Em Imbolc, a luz cresce, o Deus nascido em Yule se manifesta com todo o seu vigor e a Criança da Promessa cresce com vitalidade e é festejada, pois os dias tornam-se visivelmente mais longos e renova-se a esperança. 

Em Ostara, luz e sombra são equilibradas. A luz da vida se eleva e o Deus quebra as correntes do inverno. A Deusa é a virgem e o Deus renascido é jovem e vigoroso. O amor sagrado do Deus e da Deusa é a promessa do renascimento e da fertilidade.

Em Beltane, a Deusa se transforma em uma linda mulher e assim Eles se unem e a sua paixão sustenta o mundo.

Chega Litha, a Deusa é a Rainha do Verão e o Deus um homem de extrema força e virilidade. O Sol começa a minguar e o Deus começa a seguir rumo ao País de Verão. A Deusa é pura satisfação e monstra isso através das folhas verdes e das lindas flores do verão.

Em Lammas, a Deusa dá a luz e o Deus novamente morre para que a vida possa progredir e crescer. O Deus se sacrifica para que a humanidade seja nutrida, mas através dos grãos Ele renasce. 

Em Mabon, as luzes e as trevas se equilibram novamente, porém o Sol começa a minguar mais rapidamente. O Deus torna-se, então, o Ancião, o Senhor das Sombras. Chega novamente Samhain e o ciclo recomeça, assim tudo retorna à Deusa.

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